segunda-feira, 18 de março de 2013

Feliz Páscoa




Páscoa significa passagem de uma antiga vida para uma nova! (Êxodo 12:3-12)

Aproveitemos a páscoa (que não é chocolate, ainda que estes sejam muito bem vindos) para refletirmos sobre o passado, sobre o que temos feito do presente, e o que queremos para o futuro, o momento é oportuno, é a "Festa da Passagem do Egito (sistema velho) para Nova Canãa (sistema novo)", a caminhada é muitas vezes no deserto, mas este, é só de "passagem" nosso lugar não é lá; "Metanóia", como diria o Apóstolo Paulo - "Mudança de Mente", sem no entanto abandonar os paradigmas antigos, pois o problema não é o paradigma, mas a estagnação dele.

Portanto,

“Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós”. 1ª Coríntios 5:7

Feliz Páscoa!


OBS. Para compreender o contexto da páscoa, e de onde vieram os elementos bíblicos, inclusive a tradição de comer bacalhau hoje em dia, leia o artigo aqui em baixo desta mensagem:

Páscoa Judaica e Páscoa Cristã?



Você gostaria de entender se existem duas páscoas: uma judaica e outra cristã? Gostaria de saber entre outras coisas de onde surgiu a tradição de comer bacalhau na páscoa, no lugar de carnes vermelhas? Então você veio ao blog certo!

Cosmovisão Cristã, é a Visão cristã de mundo, ou seja, é a maneira como o cristianismo enxerga o mundo, ou ainda, o mundo do ponto de vista da Bíblia.

A origem da palavra Páscoa é Pessach, do hebraico, passagem, seu registro se encontra em Números 9:1-5

“E falou o SENHOR a Moisés no deserto de Sinai, no ano segundo da sua saída da terra do Egito, no primeiro mês, dizendo: Celebrem os filhos de Israel a páscoa a seu tempo determinado. No dia catorze deste mês, pela tarde, a seu tempo determinado a celebrareis; segundo todos os seus estatutos, e segundo todos os seus ritos, a celebrareis. Disse, pois, Moisés aos filhos de Israel que celebrassem a páscoa. Então celebraram a páscoa no dia catorze do primeiro mês, pela tarde, no deserto de Sinai; conforme a tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel”. 

É verdade que numa festa de Páscoa Jesus Instituiu a Santa Ceia (Lucas 22:8-20), e a Igreja Cristã celebra a Ceia do Senhor até que Ele venha, porém observando a carta de Paulo aos Coríntios vemos ali um claro motivo para o Cristão também celebrar a Páscoa, uma vez que o Próprio Apostolo faz uso do fato como alusão a vida espiritual da igreja e nossa saída do mundo, entendido aqui como sistema maligno –pecado, e sempre gosto de destacar que as duas cartas aos coríntios são uma bela representação da igreja pós-moderna.

“Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós”. 1ª Coríntios 5:7

A páscoa judaica e a páscoa cristã são distintas em sua essência, embora ambas abordem o mesmo tema da libertação. A judaica comemora a libertação do cativeiro egípcio sob a liderança de Moisés, enquanto que a páscoa cristã foca, a libertação do pecado (mundo/sistema maligno), em Cristo Jesus, mediante sua morte e ressurreição.

De acordo com a Bíblia a primeira celebração de páscoa ocorreu quando o Senhor enviou dez pragas sobre o povo do Egito. Antes da décima praga - que seria a morte dos primogênitos das famílias egípcias.  Moisés foi instruído pelo mesmo Deus a pedir que cada família hebréia sacrificasse um cordeiro e molhasse os umbrais das portas, para que seus primogênitos não fossem exterminados. Chegada à noite, os hebreus comeram a carne de um cordeiro sem mancha, acompanhada de pães ázmos e ervas amargas.

“Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família. Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro. O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras. E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde. E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem. E naquela noite comerão a carne assada no fogo, com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão. Não comereis dele cru, nem cozido em água, senão assado no fogo, a sua cabeça com os seus pés e com a sua fressura. E nada dele deixareis até amanhã; mas o que dele ficar até amanhã, queimareis no fogo. Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do SENHOR. E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e em todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o SENHOR”. Êxodo 12:3-12

A chamada páscoa cristã foi estabelecida no Concílio de Nicéia, no ano de 325 de nossa era, porém a maior parte das igrejas evangélicas, comemora a morte e a ressurreição de Cristo através da Cerimônia da Santa Ceia.

DATA DA FESTA

Era uma festa anual celebrada no dia 14 do mês nisã. Em nosso calendário isso corresponde a um período nos meses de março e abril.

A RAZÃO DA FESTA

A grande importância dessa festa se encontra no êxodo, o ato redentor de Deus, pelo qual Israel se tornou povo dele.

Deus instruíra aos israelitas a que passassem sangue nos umbrais das portas para que não sofressem praga da matança dos primogênitos (Êx 12.7).

E naquela noite passou por todo o Egito e matou todos os primogênitos do sexo masculino, de homens e animais.

Mas não entrou nas casas cuja porta estava marcada com sangue, e nelas ninguém morreu.

Então os israelitas passaram a observar essa festa judaica, o principal marco de sua libertação e da proteção divina.

A COMEMORAÇÃO DA FESTA

O modo da celebrar essa festa judaica sofreu diversas modificações.

As instruções para a celebração da primeira páscoa, encontradas em Êxodo 12, constituem o plano básico original dado por Deus a eles.

1. Um cordeiro

O animal devia ser um macho de um ano, e seria imolado ao entardecer.

Eles deveriam passar o sangue dele nos umbrais e na verga da porta (a verga é a parte superior do portal).

Teriam de assá-lo sobre o fogo por inteiro, com a cabeça, as pernas e a fressura intactas, sem quebrar-lhe os ossos.

Teriam de comê-lo à noite, acompanhado de pão sem fermento e ervas amargas. E o que sobrasse deveria ser queimado ao amanhecer.

Além disso, teriam de fazer a refeição às pressas, com as sandálias nos pés, os lombos cingidos e o cajado de viagem na mão.

Isso tudo era figura da libertação operada por Deus.

2. A festa dos pães asmos

A festa dos pães asmos era uma parte da Páscoa.

Trata-se de uma comemoração de natureza agriculturas, que talvez já existisse antes mesmo da instituição da Páscoa.

Devia ter a duração de uma semana a começar do dia 14 do mês nisã.

A Páscoa era celebrada no primeiro dia dos pães asmos.

A festa da Páscoa, alegre e solene ao mesmo tempo, era celebrada simultaneamente por todos.

Mas cada um em sua própria casa, enquanto a festa dos pães asmos era uma festividade comunitária.

A PÁSCOA NO NOVO TESTAMENTO (FESTAS JUDAICAS)

A passagem do tempo e as mudanças sociais tiveram sensíveis efeitos sobre o povo de Israel, e a Páscoa passou por modificações.

No tempo de Cristo, as alterações que ela sofrera já estavam solidificadas.

Nessa ocasião, o povo tinha de se deslocar para Jerusalém, que então recebia grande afluxo de peregrinos.

Isso importava em sérios transtornos para a cidade, bem como para esses forasteiros.

E o resultado era que a cidade se tornava um centro comercial ainda mais agitado.

Os mercados ficavam abarrotados de grandes suprimentos de verduras e condimentos, dentre os quais a alface, o dente-de-leão, a pimenta, e outros.

Também eram necessários grandes carregamentos de frutas e vinho.

Esperava-se um altíssimo consumo de vinho, já que na celebração da Páscoa cada adulto bebia o equivalente a quatro copos.

Além disso, na época da festa, era consumida grande parte das azeitonas, uvas e cereais produzidos nas plantações próximas.

A cidade tinha que fornecer também um elevado número de animais para abate, não só para alimentar as multidões que ali acorriam, mas também para os holocaustos.

Josefo afirma que para o sacrifício eram necessários cerca de 25.000 animais.

Embora esse número talvez seja um tanto exagerado, o fato é que a quantidade era mesmo bem expressiva.

Essa foi uma das mudanças incorporadas à Páscoa. Desde 600 anos antes de Cristo, era costume imolar-se o cordeiro pascal em Jerusalém.

Por causa disso, a festa deixou de ser um evento familiar, transformando-se em romaria.

O Bacalhau, a Religião e a Páscoa.

A religião é o principal elo entre o bacalhau à Páscoa. Por trás dessa tradição está a influência da ICAR, que na Idade Média mantinha um calendário de jejuns que deveria ser cumprido pelos fiéis, que deveriam passar 46 dias em jejum de carnes consideradas quentes, como as vermelhas. Na época da abstinência, entre a Quarta-Feira de Cinzas e o Domingo de Páscoa, a igreja incentivava o consumo do bacalhau, uma carne considerada fria, a mais apropriada para o período da Quaresma.

Por causa do comércio no século XV e XVI:

“É certo que não há, nas sagradas escrituras, nenhuma norma ou referência que regulamente o consumo de peixes nesta época do ano. Da mesma forma como é fácil compreender a jogada comercial que motivou a prática. Na virada do século XV para o XVI o Vaticano financiava boa parte das grandes expedições marítimas. Para tanto associou-se a vários reis e rainhas católicos, em particular da Espanha e Portugal. Nos novos continentes descobertos, seu quinhão estava assegurado — a peso de muito ouro e enormes propriedades. É nesta época que, de repente, a Igreja cisma de decretar que, em reconhecimento ao sofrimento de Cristo, os fiéis não poderiam consumir carnes “quentes” ou “vermelhas” durante a Quaresma. O que nem todos sabiam é que o Vaticano, na verdade, era proprietário da maior frota bacalhoeira — caravelas para a pesca do bacalhau que levavam os “dóris”, barcos a remo nos quais os pescadores (bacalhoeiros) se lançavam ao mar para a pesca. Seus armazéns ficavam abarrotados e era preciso escoar regularmente a mercadoria antes do vencimento dos prazos de validade (afinal, peixe salgado também estraga porque o sal se desfaz a baixas temperaturas durante o inverno). Assim, visando a maximizar seus lucros, espertamente os padres proibiram o consumo de outros tipos de carne durante a Quaresma. Não deu outra: as vendas de bacalhau explodiram, já que o alimento era apreciado nas camadas populares europeias, sobretudo portuguesas, por ser nutritivo e barato. Os ricos e nobres continuaram mandando brasa nos seus faisões. Não por acaso há uma expressão em Portugal referente às visitas inesperadas (e de baixa condição social) que batem à porta em horário próximo do almoço. Quando se pergunta o que servir como alimento, o dono da casa ou anfitrião costuma dizer: “Para quem é, bacalhau”. E assim, durante séculos, até a Segunda Guerra Mundial, o bacalhau foi comida de pobre, mesmo no Brasil, cujo consumo massivo se deu após a chegada da corte portuguesa. Leia mais em: http://www.materiaincognita.com.br/por-que-se-come-peixes-e-bacalhau-durante-a-semana-santa/#ixzz2NY9V6vj3”

Aqui no Brasil, essa tradição chegou com os Portugueses, amantes do bacalhau e seguidores do catolicismo. Até a Segunda Guerra Mundial, o preço do peixe era acessível às famílias brasileiras, mas com o estourar das batalhas na Europa, o valor do bacalhau explodiu, restringindo o consumo popular. Assim, o peixe deixou de estar presente nas sextas-feiras, nos dias santos e nas festas familiares, e passou a figurar somente nas datas mais especiais para os cristãos, como o Natal e a Páscoa. (é só pesquisar a história do Bacalhau na internet e lá está a “história religiosa do bacalhau”).

Claro que A Festa Cristã da Páscoa tem origem na Festa Judaica, porém como já foi dito e é bom repetir, a maior parte das igrejas evangélicas, comemora a morte e a ressurreição de Cristo através da Cerimônia da Santa Ceia. 

A existência de uma páscoa cristã reside, também no fato de que Cristo é nosso Cordeiro Pascal (No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. João 1:29), e pelo próprio uso que o Apostolo faz em Coríntios, livro onde ele explica que as coisas que aconteceram a Israel foram para modelo, representação para o Cristão:

 “Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, e todos passaram pelo mar. E todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar, E todos comeram de uma mesma comida espiritual, E beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo. Mas Deus não se agradou da maior parte deles, por isso foram prostrados no deserto. E estas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram”. 1 Coríntios 10:1-6

E ainda o escritor aos Hebreus, nos revela que tudo isso era sombra do que viria a ser de fato no Cristo:

Porque tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam”. Hebreus 10:1

O bom mesmo é manter sempre o equilíbrio-moderação, sugerido pela própria Bíblia:

“Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação”. 2 Timóteo 1:7

Não sejas demasiadamente justo, nem demasiadamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo?” Eclesiastes 7:16

Esta tipologia da páscoa é óbvia, O Cordeiro é Cristo; O Pão sem fermento-a pureza do amor de Deus; As ervas amargas lembram como era amarga a vida no Egito; O Egito – O mundo; Faraó- satanás nos fazendo propostas para ficarmos “em seu Egito”; O Vinho-O Sangue, O Deserto- Nossa Caminhada; Canaã O Céu.

“Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós”. 1ª Coríntios 5:7

Portanto, Comemorem a Páscoa em suas Casas e Igrejas.

Em Cristo. Feliz Páscoa a Todos!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

A Lei da Semeadura


Colhemos sempre a mesma espécie daquilo que semeamos.

“Das duas uma”: ou está faltando paginas na Bíblia, ou está faltando leitura dela!

“Gente é só ler que a gente entende!” Vejam:

Gálatas 6:6-10 - “O que está sendo instruído na palavra partilhe todas as coisas boas com quem o instrui. Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá. Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna. E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos. Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé.”

Oséias 8:7a - "Eles semeiam vento e colhem tempestade.”

Provérbios 22:8 - “Quem semeia a injustiça colhe a maldade; o castigo da sua arrogância será completo."

Oséias 10:12 - “Semeiem a retidão para si, colham o fruto da lealdade, e façam sulcos no seu solo não arado; pois é hora de buscar o Senhor, até que ele venha e faça chover justiça sobre vocês.”

Eclesiastes 11:6 - “Plante de manhã a sua semente, e mesmo ao entardecer não deixe as suas mãos ficarem à toa, pois você não sabe o que acontecerá, se esta ou aquela produzirá, ou se as duas serão igualmente boas.”

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Apocalipse 17 a As últimas Notícias




Nos últimos dias recebi e-mail’s e mensagens me perguntando o que eu acho da renúncia do papa e do cumprimento profético de Apocalipse 17.

Primeiro, gostaria de esclarecer que o Apocalipse deve ser estudado lado a lado com os outros livros de profecia da Bíblia, são eles, os profetas maiores e os profetas menores.

Segundo, a matéria de escatologia bíblica, é estuda em média 12 meses com meus alunos.

Terceiro, existem 04 (quatro) Linhas de Interpretação para Apocalipse 17.

Quarto, antes de dizermos o que é Apocalipse 17 é necessário que compreendamos a Interpretação da Profecia Bíblica e seus Símbolos.

Quinto, Creio que em algum momento da “caminhada”, todo cristão precisa estudar teologia, pois o que você acredita, determina como você vive. E você é a única Bíblia que muitas pessoas irão ler.

Sexto, a baixo meu programa de aula para explicação de Apocalipse 17, que abordarei no retorno das férias (Fevereiro 2013):
Matéria Escatologia Bíblica

Facilitador: Rodrigo Martins, Professor de Escatologia Bíblica no ITQ Juiz de Fora MG, vice-diretor do ITQ, Pastor Auxiliar.

Titulo da Lição: Como Interpretar a Profecia? (previsão 04 encontros de 1 hora e meia)

1)      O que é a Profecia?
2)      Oficio de Profeta
3)      Conteúdo do Apocalipse
4)      Tabela de Símbolos da Profecia
5)      Nomes da Escatologia Mundial
6)      Interpretando a Profecia Bíblia (inclui interpretação de textos proféticos, bem como Apocalipse 17, Mateus, 24, Ezequiel 38 e 39. e outros)

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Por que o Fim do Mundo nos Fascina?



Fim do Mundo uma notícia que “mexe com a gente”.
Por Rodrigo Martins

Em cada geração, surge algum boato sobre o fim do mundo e gera "aquela" polêmica. Qual será a Base para isso?

Talvez na lista de culpados a religião esteja em primeiro lugar.

Isso tráz a tona, uma pergunta que é muito refletida no meio teológico:

“Há na sociedade atual, espaço para reflexão pública da teologia?”

Creio que, o problema esteja mais na posição muitas vezes equivocada que se toma diante da religião, ou do texto sagrado, do que na religião em si, pois quando levamos nossas idéias e pré-conceitos, para o dito texto, praticamos uma ei-xegese (por no texto) ao invés de uma exegese (extrair do texto).

E o grande problema em levar nossos (pré) conceitos para o texto sagrado, é que a existência pós-vida, passa a ser “do meu jeito”, quero dizer “o céu é um lugar idealizado por mim, onde só entrarão, pessoas como eu, pois o meu ideal de pessoa que Deus quer salvar é que está certo”.

Quando na verdade, as palavras de Jesus Cristo, foram:

Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor”. João 10:16

E

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16

A Esperança no porvir... Uma questão universal?

Temos a necessidade, de sentir que fazemos parte de algo maior, de um plano maior.

Quase todas as crenças prometem uma pós-vida melhor, um plano maior aos seus praticantes, o que justifica a facilidade em crer na destruição deste mundo, pois “se alguém vive uma vida difícil neste momento, pode ver o fim do mundo como uma chance de mudança”, aí pode estar o desejo de muitos de que o mundo acabe mesmo.

Religiões como a minha (sou cristão) prometem justiça e alivio no mundo vindouro:

“Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo.(Romanos 14:10)... De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.” (Romanos 14:12)

E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra.” Apocalipse 22:12

E ainda:

Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória”. Colossenses 3:4

Logo percebemos que o “fim do mundo”, e a “vida após a morte”, são artigo de fé, que partem de pressupostos.

Nossa dificuldade, em aceitar a mortalidade.

O Eclesiastes na Bíblia, demonstra como Deus, “pôs no coração do homem o anseio pela eternidade”.

O filósofo Russo Fyodor Dostoyevsky,(uma das maiores personalidades da literatura russa) declarou “o coração do homem tem um vazio do tamanho de Deus.”

Teillhar de Chardin, filósofo e matemático francês, propôs que “não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual, somos seres espirituais passando por uma experiência humana”.

Para pensar: É verdade que muitas pessoas, tem medo da morte, por não saberem o que significa “passar para o outro lado”, porém, faço coro com quem pensa que a grande maioria das pessoas não tem “medo” de morrer; elas, na verdade, tem medo de morrer sem saber por que viveram.

A palavra "morte" tem, mais de um sentido na Bíblia, ela pode se referir a morte espiritual, morte física ou morte eterna como tratada no Apocalipse.

O Apocalipse de João como também é conhecido o último livro da Bíblia, visa fortalecer a fé dos Cristãos em todas as épocas.

O Mundo NÃO vai acabar como ensinado nos filmes, o que haverá é o final de uma era, de um sistema.

E ao contrário do que muita gente pensa, Apocalipse significa Revelação, e trata de Restauração veja:

Gênesis:      O paraíso é perdido;
Apocalipse: O paraíso é restaurado;

Gênesis:      O homem que pecou foi banido;
Apocalipse: O homem que não pecou é coroado;

Gênesis:      A promessa é feita;
Apocalipse: A promessa é cumprida;

Gênesis:      A serpente vence;
Apocalipse: A serpente é derrotada;

Gênesis:      O mundo é criado;
Apocalipse: O mundo é aperfeiçoado;

Gênesis:       A terra era sem forma e vazia;
Apocalipse: Novos Céus e nova Terra;

Gênesis:       O homem volta ao pó;
Apocalipse: O homem ressuscita;

Gênesis:      A morte entra no mundo;
Apocalipse: A morte é lançada no lago de fogo;

Creio que a pergunta feita no inicio: “Há na sociedade atual, espaço para reflexão pública da teologia?” Se faz, respondida aqui.

Acredito, que todo cristão precisa estudar teologia em algum momento de sua caminhada cristã. Porque o que você acredita determinará como você vive.

Rodrigo Martins
Vice-diretor no ITQ Juiz de Fora e Professor de Escatologia Bíblica no ITQ

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Meu Problema, Minha Missão! (Natal = Oportunidade)



Uma Reflexão sobre o natal com Rodrigo Martins

Você foi criado para resolver um problema. Tudo que Deus criou tem como propósito resolver um problema.

Sua missão determina o tipo de problema que você percebe e deseja resolver. Os Alfaiates notam a falta de botões. Os cabeleireiros notam seu cabelo. Os mecânicos ouvem quando algo está errado no motor do seu carro. Por que? É a missão deles. Sua missão destaca e intensifica os problemas que você percebe, os quais você é chamado para resolver.

Lembre-se: Você será lembrado ou pelos problemas que você resolveu ou por aqueles que você criou.
Natal é oportunidade!

Oportunidade para RE pensar, RE- inventar, REcomeçar e RE - conciliar.

Afinal Jesus propôs uma nova Cosmovisão (visão de mundo) quebrando paradigmas (padrão a ser seguido). 

Jesus quebrou o paradigma de que judeus não podiam se dar com samaritanos; Jesus quebrou o paradigma de que mulheres eram de classe inferior; Jesus quebrou o paradigma de que publicanos (cobradores de impostos) não podiam ser salvos; Jesus quebrou o paradigma de que o Ser Humano não poderia ter acesso ao Pai, mesmo que se tratasse de um gentio.

A seguir, um vídeo, onde proponho uma reflexão, sobre como podemos passar pela vida, me assistam aí, e desde já muito obrigado por ter parado para ler e assistir:



http://www.youtube.com/watch?v=gZEyBazIOtA


Feliz Natal!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

O Natal e A Cosmovisão Cristã



Basta nos aproximarmos do natal para começarem os debates entre alguns cristãos se devem ou não comemorar o natal, diante do tema, apresento, meu argumento.

O que é cosmovisão?

A maneira como você se posiciona frente aos vários acontecimentos do mundo são baseados em sua cosmovisão.

Cosmovisão é o modo como vemos o mundo e a interpretação que fazemos da realidade, é o mesmo que “modo de olhar o mundo, percepção de mundo, ponto-de-vista”.

Logo, uma Cosmovisão Cristã, é uma visão Bíblica de Mundo, ou, como os Cristãos vêem o Mundo.

Do ponto de vista Cristão Bíblico, Será que é errado celebrar o natal (nascimento) de Jesus Cristo em 25 de dezembro?

Qual sua cosmovisão acerca do Natal?

Reflita comigo um pouco...

Se existe uma data festiva que o Cristão deve comemorar esta data é o Natal.

Natal é Oportunidade!

Nesta data há uma tendência de as pessoas estarem “pensando mais no próximo” e “fazendo boas ações”, e onde muitos corações estão mais abertos.

É preciso que haja espírito de tolerância para com os que não pensam como nós, em aspectos secundários de nossa fé (conforme Romanos 14):

“Há quem considere um dia mais sagrado que outro; há quem considere iguais todos os dias. Cada um deve estar plenamente convicto em sua própria mente. Aquele que considera um dia como especial, para o Senhor assim o faz. Aquele que come carne, come para o Senhor, pois dá graças a Deus; e aquele que se abstém, para o Senhor se abstém, e dá graças a Deus.(Romanos 14:5-6) Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus.Portanto, deixemos de julgar uns aos outros. Em vez disso, façamos o propósito de não colocar pedra de tropeço ou obstáculo no caminho do irmão”.(Romanos 14:12-13)NVI

Os extremos devem ser evitados sempre.

“Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio”. 2ª Timóteo 1:7 NVI

Penso que, aqueles que se fecham para essa data, perdem uma grande oportunidade, pois como disse, nesse dia a maioria das pessoas está sensível a ouvir algo sobre Jesus Cristo.

Com conhecimento das Escrituras o Apostolo Paulo mudou a cosmovisão das pessoas!

Reflita sobre isso, quando Paulo chegou em Atenas, e encontrou o povo entregue ao paganismo; sua atitude foi sensata e inteligente. (conforme ATOS Capítulo 17).

“E, enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria”. Atos 17:16

“E, estando Paulo no meio do Areópago, disse: Homens atenienses, em tudo vos vejo um tanto supersticiosos;” Atos 17:22

“Porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio” Atos 17:23

O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;” Atos 17:24

Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas;” Atos 17:25

E de um só sangue fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação;” Atos 17:26

Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam; Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” Atos 17:30-31

“Todavia, chegando alguns homens a ele, creram; entre os quais foi Dionísio, areopagita, uma mulher por nome Dâmaris, e com eles outros”. Atos 17:34

O discurso do Apóstolo Paulo é uma síntese da visão cristã do mundo. Nessa passagem, Paulo discute suas visões sobre a origem e natureza do universo, a identidade e valor dos seres humanos, a natureza e a existência de Deus, a teoria cristã da verdade e do destino humano. Nessa breve passagem, Paulo responde às questões essenciais que todas as cosmovisões devem abordar.

Conhecendo um pouco mais, a história do natal.

Origem:

É verdade que a data de 25 de Dezembro marcava a celebração de uma festa pagã conhecida como Natalis Solis Invicti (Nascimento do Sol Invencível), em homenagem aos deus Mitra (da religião Persa). No ano de 440 d.c. porém, na tradição cristã, a data foi fixada para marcar o nascimento de Jesus, já que ninguém sabia a data de seu nascimento, este é o primeiro ponto que devemos ter em mente(e no coração).
Mas será que esta origem pagã depõe contra os cristãos que hoje celebram o 25 de dezembro em homenagem a Jesus Cristo?

Não!

Vamos Explicar:

O Natal (mesmo a data original tendo uma origem pagã) é um evento que deveria ser celebrado por todos os cristãos ao redor do mundo (claro, sem criar uma doutrina).

Mas por que celebrá-lo? Ora, havia uma festa dedicada a um deus falso, Mitra, considerado o Sol Invencível. As atenções eram voltadas para ele (e isto, sim, servia aos propósitos de satanás).

Surge, porém, a igreja com uma mensagem inovadora aos pagãos: O Sol Invencível existe, e não é Mitra (uma entidade mitológica); seu nome é Jesus Cristo! Ele foi visto e tocado, pois ERA e É Real!

“Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria.” Malaquias 4:2

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.João 1:1

E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”. João 1:14

A festa mitraica oferecia prazeres terrenos e momentâneos; ao passo que Jesus Cristo oferece Salvação, a libertação do pecado e a vida eterna. “Pois o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo (Romanos 14:17)

Que nome lhe vem à mente quando mencionamos a data 25 de dezembro: Mitra ou Jesus Cristo? 

Mitra já foi esquecido, há muito tempo. O Sol da Justiça veio e venceu, provando que Ele, sim, é verdadeiramente o INVENCÍVEL: Assim, o nome de Jesus foi mais uma vez engrandecido. Onde havia trevas, resplandeceu a luz.

Quanto aos presentes, Os magos que visitaram Jesus levaram presentes, porque, no Oriente não se costumava entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorreu com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente em algumas ilhas do pacifico sul.

Há como saber quando Jesus Nasceu?

Bom, Concordo com alguns pesquisadores que observam alguns detalhes bíblicos, supondo que o nascimento de Jesus Cristo foi o cumprimento de uma das mais importantes festas do Velho Testamento – a Festa dos Tabernáculos. Dizem... “Jesus Cristo nasceu na festa doas tabernáculos, que acontecia a cada ano, no final do 7º mês do calendário judaico, que corresponde ao mês de setembro do nosso calendário.
A festa dos tabernáculos ou das cabanas, significava Deus habitando com seu povo. Foi instituída por Deus como memorial para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto em que o Senhor habitou num tabernáculo no meio do seu povo (Lv 23:39-44; Números 8:13-18). No evangelho de João capítulo 1:14, vemos: “Cristo... habitou entre nós.” Esta palavra tem origem na palavra tabernáculo; isto é, a festa dos tabernáculos cumprindo-se em Jesus Cristo, o Emanuel (IS 7:14) que significa Deus conosco. Em Cristo não se cumpriu somente a festa dos tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua Morte (Mat 26:2; 1ª Cor 5:7), e a festa do Pentecostes, quando enviou o Espírito Santo sobre a igreja (ATOS 2)”.

Ele Não nasceu em dezembro como diz a tradição, mas foi gerado neste mês. Nove meses depois no final do sétimo mês do ano judaico, (setembro) no nosso calendário, quando os judeus comemoravam a festa dos tabernáculos, Deus veio habitar com seu povo. Nasceu Jesus! Deus Tabernaculou com seu povo. 

Nasceu Emanuel. Deus habitando conosco.

Os Evangelhos contam que quando Jesus nasceu os pastores de ovelhas guardavam seus rebanhos nas colinas próximas de Belém. Ali foram avisados por um anjo de que o Salvador tão esperado havia nascido.

Se Jesus realmente tivesse nascido em 25 de dezembro, quando é inverno e faz muito frio naquela região, os pastores não poderiam estar ao relento com seus rebanhos, mas bem recolhidos em abrigos.

Buscando resposta, temos uma pista importante em Lucas 1:36. Ali o anjo Gabriel falou a Maria, mãe de Jesus, a respeito da gravidez de Isabel, sua prima.

Em Lucas 1:5, está escrito que Zacarias, que seria o pai de João Batista, era sacerdote do turno de Abias.

Como os sacerdotes foram se tornando numerosos, foram divididos em 24 turnos, de modo que todos pudessem revezar-se no trabalho do Templo, ao longo do ano. Cada turno servia por duas semanas, uma na primeira metade do ano, e outra na segunda, o que dava 48 semanas. Como o ano hebraico tinha 51 semanas, era completado com três semanas de festas de peregrinação, quando todos os sacerdotes deveriam estar presentes. O turno de Abias era o oitavo, durante a décima semana, que foi quando Zacarias teve sua visão com o anjo Gabriel. Ao retornar para casa, Zacarias observou o período de purificação ritual, e João foi concebido na 12ª semana do ano. Nasceu 40 semanas mais tarde, na época das festas da Páscoa, em 14 de Nisan, por volta do nosso mês de abril. Lembre que na anunciação a Maria (Lucas 1:36), o anjo disse que Isabel estava grávida do sexto mês, o que mostra que a concepção de Jesus aconteceu seis meses (25 semanas) depois da de João. Então Jesus nasceu 40 semanas mais tarde, quando era comemorada a Festa dos Tabernáculos, ou Festa das Cabanas.

Os Evangelhos afirmam que em Belém não havia lugar para José e Maria, de modo que eles tiveram de encontrar pouso num estábulo. Belém ficava bem próxima de Jerusalém, e não estava abarrotada de gente por causa do censo do imperador romano, que tinha o ano todo para ser feito.

O motivo de haver tanta gente em Belém era a peregrinação do povo de todo o país a Jerusalém para a Festa das Cabanas.

Jesus nasceu num estábulo. A palavra hebraica para “estábulo” é “sukah”, ou sucote, como em Gen. 33:17.

Assim, é bem provável que Jesus tenha nascido em uma cabana, pelo meio do mês de setembro ou outubro.

Se Jesus nasceu no primeiro dia de Sucote, então foi circuncidado ao oitavo dia, como mandava a Lei Cerimonial, no dia original de uma festividade que se seguia à Festa das Cabanas, chamada "Simchat Torah" (Alegria na Torah), que agora se celebra o dia seguinte no judaísmo rabínico.

A palavra natal conforme nosso amigo "Aurélio": “relativo a nascimento, onde ocorreu nascimento ou ainda, dia do nascimento”.

Diante da realidade da tradição Cristã, e do que já foi aqui exposto, é inevitável o entendimento que a festa comemorada no dia 25 de dezembro, é o natal de nosso Senhor Jesus Cristo ou seja sua festa de aniversário, pois não de trata de uma data literal e sim simbólica.

Sendo assim, não podemos dizer que o natal é uma festa pagã, pois se comemora o nascimento do Autor de Toda a Vida. Cabe ao verdadeiro povo de Deus, comemorar sim, com proporções cada vez maiores, para que todos saibam qual o verdadeiro sentido do natal.

Optemos por uma postura sem radicalismos e extremos.

Evangelize! Pergunte as pessoas, o que acham de Jesus ou o que acham do Natal; Diga que o mundo precisa do Pai da Eternidade (Isaias 9:6) e não do “papai Noel”. 

Anuncie para o mundo o que um anjo disse aos pastores ao nascer Jesus: “Eu vos trago novas de grande alegrai, que o será para todo o povo. Na cidade de Davi nos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, O Senhor”. (Lucas 2: 9,10,11).

Lembre-se que em dezembro, no geral todos ficam “abertos” a mensagem de Jesus Cristo.

Que a paz de Cristo seja o juiz em seus corações, visto que vocês foram chamados a viver em paz, como membros de um só corpo. E sejam agradecidos”. (Colossenses 3:15) NVI

Portanto no amor de Cristo,

FELIZ NATAL!


Rodrigo Martins,
Professor de Escatologia Bíblica, Vice-diretor no ITQ Juiz de Fora MG e Coordenador Regional DEBQ Juiz de Fora 3.