- Conscientes do seu papel como igreja
- Preparados para exercer este papel
- Mobilizados pelas questões do Reino, pois somos um sinal histórico do mesmo, note bem, um sinal, pois a concretização deste Reino se dará através do Cristo Jesus, em seu retorno.
Pastor Rodrigo Oliveira, Bacharel em Teologia; Pedagogo; Pós-graduado em Filosofia e Sociologia; Pós-graduado em Docência do Ensino Superior; Psicopedagogo; Neuropsicopedagogo; Mestre em Escatologia Bíblica; Doutor em Teologia Sistemática. Autor do Livro Escatologia Esperança para o Nosso Tempo (amazon); Apresentador do Programa Fé para Hoje!
quarta-feira, 5 de junho de 2013
O Meio Ambiente e A Cosmovisão Cristã
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Tribunal de Cristo, Galardão e Bodas do Cordeiro
- Stéfanos é a palavra grega traduzida por coroa, sua referência no N.T. está relacionada à coroa conquistada por um atleta ou por um general, os quais após realizarem suas conquistas, recebiam como prêmio de seus feitos. É importante ressaltar que, muitas vezes, inúmeros leitores do N.T. são tentados a relacionarem a coroa citada como sendo aquele símbolo real de poder, a qual nós conhecemos como coroa de rei.
- Diadema adorno de metal ou estofo, ricamente decorado, que os reis e as rainhas portavam sobre a cabeça.
As coroas que a Bíblia identifica a serem recebidas pelos fieis que terão suas obras aprovadas no tribunal de Cristo.
O N.T. cita cinco tipos de coroas relacionadas a cinco atividades cristãs, as quais serão recebidas por crentes que fielmente as praticarem: 1º Coroa incorruptível – dada ao crente que até ao fim manter-se qualificado para a pregação do Evangelho de Cristo (1º Co. 9: 24-27); 2º Coroa da justiça – dada ao crente que amar (desejar, ansiar, valorizar) a vinda do nosso Senhor Jesus Cristo (2º Tm. 4: 6-8); 3º Coroa da vida – dada ao crente que “suportar com perseverança a provação” (Tg. 1: 12); 4º Coroa da glória – dada ao presbítero que pastorear espontaneamente, de boa vontade, sendo modelo (1º Pe. 5: 1-4); 5º Coroa da alegria – dada ao crente que ganha almas (1º Ts. 2: 19, 20).
As coroas podem ser pedidas, “Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa” (Ap. 3: 11).
sábado, 18 de maio de 2013
Como devemos encarar a volta de Jesus?
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Interpretação Cristocêntrica da Bíblia
- Não é preciso ser um grande acadêmico ou um renomado pregador para compreender as Escrituras; a interpretação bíblica deve ser cristo-cêntrica.
- Só estaremos lendo a Bíblia corretamente se estivermos vendo Jesus Cristo em suas páginas. (Exemplo 1ª Samuel 17 Davi e Golias)
segunda-feira, 18 de março de 2013
Feliz Páscoa
Páscoa Judaica e Páscoa Cristã?
DATA DA FESTA
Era uma festa anual celebrada no
dia 14 do mês nisã. Em nosso calendário isso corresponde a um período nos meses
de março e abril.
A RAZÃO DA FESTA
A grande importância dessa festa
se encontra no êxodo, o ato redentor de Deus, pelo qual Israel se tornou povo
dele.
Deus instruíra aos israelitas a
que passassem sangue nos umbrais das portas para que não sofressem praga da
matança dos primogênitos (Êx 12.7).
E naquela noite passou por todo o
Egito e matou todos os primogênitos do sexo masculino, de homens e animais.
Mas não entrou nas casas cuja
porta estava marcada com sangue, e nelas ninguém morreu.
Então os israelitas passaram a
observar essa festa judaica, o principal marco de sua libertação e da proteção
divina.
A COMEMORAÇÃO DA FESTA
O modo da celebrar essa festa
judaica sofreu diversas modificações.
As instruções para a celebração
da primeira páscoa, encontradas em Êxodo 12, constituem o plano básico original
dado por Deus a eles.
1. Um cordeiro
O animal devia ser um macho de um
ano, e seria imolado ao entardecer.
Eles deveriam passar o sangue
dele nos umbrais e na verga da porta (a verga é a parte superior do portal).
Teriam de assá-lo sobre o fogo
por inteiro, com a cabeça, as pernas e a fressura intactas, sem quebrar-lhe os
ossos.
Teriam de comê-lo à noite,
acompanhado de pão sem fermento e ervas amargas. E o que sobrasse deveria ser
queimado ao amanhecer.
Além disso, teriam de fazer a
refeição às pressas, com as sandálias nos pés, os lombos cingidos e o cajado de
viagem na mão.
Isso tudo era figura da
libertação operada por Deus.
2. A festa dos pães asmos
A festa dos pães asmos era uma
parte da Páscoa.
Trata-se de uma comemoração de natureza agriculturas, que talvez já existisse antes mesmo da instituição da Páscoa.
Devia ter a duração de uma semana
a começar do dia 14 do mês nisã.
A Páscoa era celebrada no
primeiro dia dos pães asmos.
A festa da Páscoa, alegre e
solene ao mesmo tempo, era celebrada simultaneamente por todos.
Mas cada um em sua própria casa,
enquanto a festa dos pães asmos era uma festividade comunitária.
A PÁSCOA NO NOVO TESTAMENTO
(FESTAS JUDAICAS)
A passagem do tempo e as mudanças
sociais tiveram sensíveis efeitos sobre o povo de Israel, e a Páscoa passou por
modificações.
No tempo de Cristo, as alterações
que ela sofrera já estavam solidificadas.
Nessa ocasião, o povo tinha de se
deslocar para Jerusalém, que então recebia grande afluxo de peregrinos.
Isso importava em sérios
transtornos para a cidade, bem como para esses forasteiros.
E o resultado era que a cidade se
tornava um centro comercial ainda mais agitado.
Os mercados ficavam abarrotados
de grandes suprimentos de verduras e condimentos, dentre os quais a alface, o
dente-de-leão, a pimenta, e outros.
Também eram necessários grandes
carregamentos de frutas e vinho.
Esperava-se um altíssimo consumo
de vinho, já que na celebração da Páscoa cada adulto bebia o equivalente a
quatro copos.
Além disso, na época da festa,
era consumida grande parte das azeitonas, uvas e cereais produzidos nas
plantações próximas.
A cidade tinha que fornecer
também um elevado número de animais para abate, não só para alimentar as
multidões que ali acorriam, mas também para os holocaustos.
Josefo afirma que para o
sacrifício eram necessários cerca de 25.000 animais.
Embora esse número talvez seja um
tanto exagerado, o fato é que a quantidade era mesmo bem expressiva.
Essa foi uma das mudanças
incorporadas à Páscoa. Desde 600 anos antes de Cristo, era costume imolar-se o
cordeiro pascal em Jerusalém.
Por causa disso, a festa deixou de ser um evento familiar, transformando-se em romaria.







